Uma ideia nascida em segundos. Uma execução que levou engenharia, luz e movimento para nunca parar de girar.
Da ideia ao desafio
Tudo começou numa reunião de brainstorming, quando nosso CEO soltou a pergunta que definiria o rumo do projeto: por que não dois carrinhos de compras dançando juntos? O pessoal de Marketing da Supermercados Koch adorou a ideia e, junto com a Exit, agência de branding e comunicação responsável pelo conceito, abraçou e desenvolveu o projeto. Ao GRUPOSOMA coube a missão de executar: dois carrinhos de compra suspensos, girando continuamente sobre uma plataforma, trazendo a frase "a vida é um palco, cheio de coisas boas". Um carrossel. Simples de descrever, bem mais complexo de fazer existir. Foi aí que entrou o verdadeiro trabalho; não apenas revestir e ambientar o espaço, mas dar corpo técnico a um conceito que, até ali, era só uma boa ideia.
Um espaço para ser vivido, não só fotografado
O ambiente foi todo pensado para ter função.
Painéis de MDF com impressão UV de alta qualidade revestiram as paredes existentes do local, criando uma ambientação coesa do chão ao teto. Um tapete azul cobriu o piso, delimitando o espaço como algo à parte do corredor comum do evento.
E, para que o público tivesse motivo real para ficar, entraram totens de recarregamento em MDF com prateleiras: eles convidavam as pessoas a carregar o celular, descansar num puff, ficar mais um pouco.
Simples assim. Um espaço feito não apenas para ser fotografado, mas para ser vivido.
O carrossel: onde a engenharia entrou em cena
O carrossel foi o verdadeiro teste do projeto. Tudo começou em metalon soldado, erguendo a base que sustentaria o peso da plataforma giratória e dos dois carrinhos. Por cima, ACM deu o acabamento final, escondendo a estrutura bruta sob uma superfície limpa. As letras e os ícones que remetem a produtos de supermercado (o pão, a escova de dente, os itens do dia a dia) ganharam forma em caixas de PVC revestidas com acrílico espelhado, com iluminação embutida criando um efeito neon que se via mesmo à distância, mesmo com o ambiente apagado ao redor. E por trás de tudo isso, girando sem parar durante todo o festival: um motor, calculado e instalado para não falhar nenhuma vez.
Quando comunicação visual vira engenharia
Não bastava desenhar um carrinho girando. Era preciso calcular peso, resistência, ponto de rotação, acabamento e efeito luminoso; tudo ao mesmo tempo, tudo funcionando junto.
É nesse ponto que a comunicação visual deixa de ser só revestimento e passa a ser estrutura, mecânica e iluminação trabalhando lado a lado para sustentar uma ideia que, sozinha, não sairia do papel.
O que fica
O aprendizado desse projeto mostra a capacidade do GRUPOSOMA de transformar um conceito criativo em uma solução física real, unindo engenharia, materiais e experiência do público em um único espaço coerente.
É esse tipo de execução, onde várias disciplinas da comunicação visual se encontram para resolver um desafio que parecia impossível no briefing, que define o tipo de projeto que gostamos de assumir.

